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MP: Prefeito de Divinópolis enfrenta segunda denúncia por suposto crime de injúria racial/social sob disfarce de humor

A Promotoria de Justiça de Belo Horizonte abriu uma segunda  investigação contra o prefeito de Divinópolis por suposta associação injuriosa que envolve ele e seu assessor Tales – Gleidson Azevedo, está sob investigação por possível prática de injúria racial recreativa.  A denúncia, que tramita na Procuradoria-Geral de Justiça em Belo Horizonte, alega que o prefeito teria associado a imagem de seu assessor, Talles Duque Barbosa, a um gorila, configurando um ato de discriminação racial com caracteristica de humor. O caso, que se encontra em aberto desde 26 de fevereiro de 2026. 

Contexto da Investigação

O caso surgiu após alegações de que o prefeito teria feito uma associação ofensiva entre seu assessor e um animal, o que é considerado uma injúria racial conforme as legislações brasileiras vigentes. A investigação está sendo conduzida pela Procuradoria-Geral de Justiça, localizada em Belo Horizonte, que é responsável por apurar crimes de natureza criminal envolvendo figuras públicas com foro especial, por prerrogativa de função.

Primeira Denúncia

A denúncia inicial foi feita pela deputada federal Dandara, do Partido dos Trabalhadores (PT), que apresentou o caso ao Ministério Público. A parlamentar destacou a gravidade da situação e a necessidade de responsabilização diante de atos que perpetuem o racismo e a discriminação. A ação da deputada foi um passo para que o caso ganhasse mais visibilidade e fosse formalmente investigado pelas autoridades competentes.

Importância

A injúria racial é um crime previsto no Código Penal brasileiro, caracterizado por ofender a honra de alguém utilizando elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem. A denúncia pode acarretar em sérias consequências legais para o prefeito, caso a prática seja comprovada. E independe da autorização ou não do envolvido, isso por que é considerado o coletivo.

Andamentos do Processo

Desde a abertura do processo, em 26 de fevereiro de 2026, vários procedimentos foram registrados, incluindo autuação, distribuição, e diversas juntadas de documentos. No dia seguinte, em 27 de fevereiro, foi registrado um requerimento de vista, indicando que partes interessadas solicitaram acesso ao conteúdo do processo para análise.

Repercussão

O caso tem gerado discussões sobre a responsabilidade de figuras públicas no trato de questões raciais e a necessidade de uma postura ética e respeitosa. A investigação não apenas pode afetar o futuro político de Gleidson Gontijo de Azevedo, mas também serve de alerta sobre a importância do combate ao racismo institucional e à discriminação.

Reações da Comunidade

A comunidade de Divinópolis está acompanhando atentamente o desenrolar dos acontecimentos. Ativistas e organizações não-governamentais têm se manifestado, exigindo uma investigação rigorosa e justa.

A investigação sobre a suposta injúria racial por parte do prefeito de Divinópolis é um lembrete das responsabilidades que os líderes políticos têm em suas condutas públicas. O caso ainda está em aberto, e a conclusão das investigações será crucial para determinar as implicações legais e sociais para as partes envolvidas. À medida que o processo avança, espera-se que a justiça seja feita, promovendo um ambiente político mais inclusivo e respeitoso.

Procedimentos MP Gleidson Racismo

 

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