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Tornozeleira eletrônica: veja como o equipamento monitora cada movimento e alerta a central

A tornozeleira eletrônica se tornou uma das principais ferramentas de monitoramento de investigados e condenados no Brasil. O equipamento controla deslocamentos, registra violações e envia alertas em tempo real para centrais de monitoramento estaduais. O Divinews explica, com base em informações técnicas disponíveis na internet, como o sistema funciona na prática.

A tornozeleira é equipada com GPS, modem de comunicação e sensores que detectam abertura, corte, violação térmica e tentativa de rompimento do lacre. Esses sensores registram qualquer anomalia na cinta e enviam o alerta de forma imediata para a central responsável. O sistema também utiliza uma bateria interna que mantém o equipamento ligado mesmo com baixa carga.

O GPS identifica a localização exata do monitorado e transmite dados para o Centro de Monitoração Eletrônica do estado. Esse envio ocorre por rede celular, da mesma forma que um telefone envia sinal. A central recebe informações de posição a cada intervalo de tempo definido pelo órgão responsável.

Quando o monitorado entra em áreas proibidas, rompe o perímetro definido ou tenta abrir o lacre, o equipamento envia um sinal instantâneo. O sistema registra aviso de violação e cria um alerta na tela dos agentes que acompanham o caso. Em muitos estados, o sistema também manda SMS e notificação automatizada para equipes de plantão.

O funcionamento envolve três tecnologias principais: GPS para localização, sensores internos para detecção de manipulação e rede móvel para transmissão de dados. O sistema permite que o agente visualize deslocamentos, horários, trajetos e eventuais interrupções de sinal. A central registra histórico completo de movimentações diárias.

A tornozeleira também possui sensor de temperatura que identifica tentativas de amolecimento ou derretimento do lacre. Queimaduras, cortes e impacto físico são detectados por sensores específicos. Quando isso ocorre, o equipamento envia alerta pré-programado de violação grave.

A central usa softwares que geram mapas de posição, gráficos de movimentação e relatórios automáticos. Esses relatórios são enviados à Justiça e a órgãos de segurança quando há suspeita de violação. O objetivo é manter o controle total do investigado e garantir que medidas cautelares sejam cumpridas.

O equipamento só pode ser retirado por equipes autorizadas. Caso ocorra rompimento ou tentativa de fuga, o sistema registra o momento exato da violação e aciona o protocolo de emergência.

A tecnologia se tornou essencial para investigações no Brasil e segue sendo usada como alternativa ao encarceramento. Nos últimos anos, o uso do equipamento passou por aprimoramentos para reduzir falhas e ampliar precisão de localização.

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