Na manhã de ontem, quarta-feira (31), último dia do ano, transformou as ruas de São Paulo, como corre todos os anos, em um ritual coletivo de despedida e renovação. A Corrida Internacional de São Silvestre, teve o sotaque e a garra de Divinópolis com as presenças de um médico, junto com o pai, e um jornalista, que levaram para a prova histórias pessoais, fôlego e orgulho.
Entre eles, o médico urologista Denny Veloso correu os 15 km ao lado do pai. Em relato ao portal, Denny descreveu a experiência como um encontro entre desafio físico e emoção. “Correr a São Silvestre é fechar um ciclo. A subida da Brigadeiro exige do corpo, mas a multidão empurra a gente para frente”, disse. Para ele, cruzar a linha de chegada na Avenida Paulista simbolizou deixar o suor de 2025 no asfalto e abrir os pulmões para 2026. “Representar Divinópolis nessa festa democrática do esporte é um orgulho”, completou.
Veterano nas corridas de rua, o jornalista Samuel do Valle voltou a encarar a prova e classificou a edição como histórica. Segundo ele, o evento reuniu cerca de 55 mil inscritos, além de aproximadamente 10 mil corredores “pipocas”, com participação de atletas de dezenas de países. Samuel explicou que o grande volume de gente influenciou o ritmo e justificou seu tempo final de 1h55. “É impossível não reduzir o passo em alguns trechos. O clima é de celebração coletiva”, avaliou.
Durante o percurso, Samuel aproveitou para tietar ídolos da prova e registrou momento ao lado de Marilson dos Santos, tricampeão da São Silvestre. A esposa, Célia, também entrou no clima ao posar com corredores quenianos, presença tradicional no pelotão de elite.
A largada ocorreu pela manhã, em ondas organizadas por categorias, e o percurso manteve os 15 km clássicos, incluindo a temida subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Na elite, a prova masculina foi vencida pelo corredor da etiópia, que ultrapassou o queniano Jonathan Kipkoech nos 10m finais, já na reta final da Avenida Paulista, para conquistar a vitória com o tempo de 44min28s. Enquanto no feminino a tanzaniana Sisilia Panga foi a campeã, com o tempo de de 51min08s. A tanzaniana, que completou 28 anos no último domingo (28), liderou a corrida com folga – A brasileira Núbia Oliveira repetiu o resultado de 2024, com o terceiro lugar.
Prova masculina
- &]:indent-5 mb-3 break-words [ul>&]:relative [ul>&]:before:absolute [ul>&]:before:left-1 [ul>&]:before:top-2 [ul>&]:before:w-2 [ul>&]:before:h-2 [ul>&]:before:bg-red-600 [ul>&]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl”>Jonathan Kipkoech (Quênia) – 44min32s
- Prova feminina
- &]:indent-5 mb-3 break-words [ul>&]:relative [ul>&]:before:absolute [ul>&]:before:left-1 [ul>&]:before:top-2 [ul>&]:before:w-2 [ul>&]:before:h-2 [ul>&]:before:bg-red-600 [ul>&]:before:rounded-full marker:inline group-[.isActiveSource]:text-xl”>Cynthia Chemweno (Quênia) – 52min31s
- É provável que outros divinopolitanos tenham participado da corrida. Contudo, o portal teve acesso apenas aos relatos de Denny Veloso e Samuel do Valle. Ambos retornaram com as pernas cansadas e a sensação de missão cumprida, desejando aos leitores um 2026 com saúde, esperança e o mesmo fôlego que levou milhares de corredores a vencer a Brigadeiro.
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