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Após discurso no plenário, Senador Cleitinho aguarda exames e admite nova doação de medula óssea ao irmão com leucemia

Após ter revelado ontem, terça-feira (03),  no plenário do Senado que a leucemia do irmão Mateus Azevedo Ramalhão voltou, o senador Cleitinho confirmou ao Divinews que estuda repetir a doação de medula óssea.  Na dependência da avaliação dos  exames já solicitados nesta semana. Só depois, a equipe médica define se a recidiva exige quimioterapia e se haverá indicação de transplante.

No plenário, Cleitinho relembrou o transplante de 18 anos atrás e o vínculo familiar que marcou o tratamento. “Deus me deu o privilégio de ser o doador da medula dele.” NO relato conectou sintomas recentes ao diagnóstico. Mateus apresentou inchaço no pé por mais de 2 meses, segundo a narrativa feita no Senado.

Na sequência, o senador expôs o impacto da notícia para a família. “Hoje vem essa notícia de novo, falando que a leucemia dele voltou.” – O ponto central veio como promessa direta ao irmão. “Você vai precisar dessa doação novamente, e eu dou a minha medula para você, quantas vezes precisar.”

Na manhã de quarta-feira (04), em poucas palavras ao Divinews, Cleitinho reforçou que “o próximo passo passa por classificar a doença antes de fechar condutas”. A explicação inicial do senador foi confirmada pelo médico e vereador Dr. Delano Santiago, que disse existir diferentes tipos de leucemia e a necessidade de confirmar se a recidiva repete o mesmo padrão anterior. “A leucemia tem muitas variações.”

O médico também adiantou a lógica do protocolo. Exames primeiro, quimioterapia em seguida, e só então a definição sobre doador e eventual transplante. No aspecto clínico, segundo Delano, a recidiva significa retorno da doença após um período de remissão, quando exames não mostram sinais detectáveis por um tempo. A remissão completa reduz o risco imediato, porém não elimina a possibilidade de retorno. Por isso, o tratamento costuma ser longo e rigoroso.

A leucemia reúne vários diagnósticos, com comportamentos diferentes. Em linhas gerais, se dividem em agudas e crônicas, e em linfoides e mieloides. Nas leucemias agudas, a doença evolui rápido e pede tratamento imediato. Nas crônicas, o curso tende a ser mais lento, com estratégias que variam por fase.

Os principais grupos incluem LLA e LMA, mais associadas a evolução rápida, além de LLC e LMC, com dinâmica mais gradual e tratamentos específicos. Quando a doença volta, a equipe médica precisa reavaliar tudo: tipo, carga da doença, resposta anterior, tempo de remissão e condições gerais do paciente. Esse conjunto define o caminho. Protocolos podem incluir quimioterapia para induzir nova remissão e, em alguns casos, transplante de células-tronco hematopoéticas.

O transplante costuma entrar como estratégia quando o risco de nova recaída se mantém alto, ou quando a recidiva exige tratamento mais intensivo. Nesse cenário, a compatibilidade do doador e a decisão do time médico orientam a segurança. A história familiar pode ajudar, mas não garante indicação automática.

No Senado, Cleitinho pediu que o tema político fique em segundo plano. “Eu não quero falar sobre isso por agora, eu quero agora só poder cuidar do meu irmão.” –Tanto o senador Cleitinho, quanto seu irmão, Gleidson Azevedo, prefeito de Divinópolis podem ser doadores de medula para o irmão Mateus Azevedo Ramalhão.

O médico Dr. Delano Santigago finalizou sua explicação, dizendo que irmãos do mesmo pai e da mesma mãe são altissimos candidatos a serem doadores compativeis, além de existir no Brasil um banco de medulas em que já existem cadastrados várias pessoas doadoras de medula ossea, que podem ser compativeis. Claro, tirando a altissima chance de que os irmãos o seja, incluindo o deputado Eduardo Azevedo – Se  Mateus tiver filho, o próprio filho pode ser compativel para a doação, desde que tenha ao menos 6 meses de idade. Em alguns casos até mesmo a doaçaõ intrauterina é possível – O espaço jornalistico está aberto para que a família e/ou a equipe médica, se desejarem, se manifestem sobre o estado de saúde e a evolução do tratamento.

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