
Minas Gerais já confirmou sete casos de mpox em 2026, segundo dados atualizados da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Os registros estão sendo monitorados pelas equipes de vigilância epidemiológica, que realizam rastreamento de contatos e acompanhamento clínico dos pacientes.
A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença viral transmitida principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, contato direto com lesões de pele, secreções respiratórias ou objetos contaminados. Embora, na maioria dos casos, apresente evolução benigna, pode causar complicações em pessoas com baixa imunidade, crianças e portadores de doenças crônicas.
De acordo com orientações do Ministério da Saúde, é fundamental que pessoas com sintomas suspeitos procurem atendimento médico e evitem contato próximo com outras pessoas até avaliação profissional.
Sintomas mais comuns da mpox
| Sintoma | Como se manifesta |
|---|---|
| Febre | Geralmente é um dos primeiros sinais da doença |
| Dor de cabeça | Pode ser intensa e persistente |
| Dores musculares | Sensação de cansaço e dor no corpo |
| Inchaço dos linfonodos | Ínguas no pescoço, axilas ou virilha |
| Erupções cutâneas | Lesões que evoluem para bolhas e crostas |
| Calafrios e fadiga | Sensação de fraqueza e mal-estar geral |
As lesões costumam surgir alguns dias após os primeiros sintomas e podem aparecer no rosto, tronco, mãos, pés e região genital.
Dicas de prevenção
| Medida preventiva | Por que é importante |
|---|---|
| Higienizar as mãos com frequência | Reduz o risco de transmissão por contato |
| Evitar contato com lesões de outras pessoas | Principal forma de contágio direto |
| Não compartilhar objetos pessoais | Roupas, toalhas e utensílios podem estar contaminados |
| Procurar atendimento ao apresentar sintomas | Permite diagnóstico precoce e isolamento adequado |
| Manter ambientes ventilados | Diminui o risco de transmissão por gotículas |
A SES-MG informa que os casos confirmados estão sob acompanhamento e que não há, até o momento, indicação de surto fora de controle no estado. Ainda assim, a vigilância permanece ativa, com orientação às unidades de saúde para notificação imediata de casos suspeitos.
A recomendação é que a população mantenha atenção aos sintomas e busque informações apenas em canais oficiais. A prevenção e o diagnóstico precoce continuam sendo as principais estratégias para conter a disseminação da doença.
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