Um novo golpe de estelionato voltou a preocupar comerciantes de Divinópolis nas últimas semanas. Criminosos têm ligado para proprietários de pequenos estabelecimentos, munidos de informações pessoais, e se passando por integrantes de facções criminosas para extorquir dinheiro por Pix.
Os golpistas iniciam a conversa citando nome completo, endereço e até detalhes pessoais das vítimas, numa estratégia pensada para gerar medo e sensação de vigilância. Em seguida, afirmam pertencer ao PCC ou ao Comando Vermelho e dizem “atuar naquele bairro”. O discurso vem sempre em tom ameaçador: se o pagamento não for feito imediatamente, prometem invadir o comércio e “atirar”.
A tática psicológica funciona. Sob forte pressão emocional, algumas vítimas cedem ao pânico e realizam as transferências. Só depois percebem que ninguém monitorava seus passos — tudo não passou de um blefe.
De onde vêm as informações?
Os golpistas conseguem dados das vítimas por dois caminhos:
vazamento de dados pessoais que circulam na internet;
redes sociais, onde muitas pessoas expõem endereço, rotina e identidade visual do negócio.
Como os criminosos agem
A intenção é derrubar o equilíbrio emocional da vítima. Os falsários falam rápido, elevam o tom e repetem ameaças de forma insistente. O objetivo é impedir que o comerciante pense com clareza.
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