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‘Mulheres Abrigo’ encerra temporada e anuncia retorno em 2026 com novas abordagens sobre saúde mental

Na parceria entre o quadro Mulheres Abrigo e o Divinews, a edição mais recente marcou o encerramento da primeira temporada do projeto, que discutiu saúde mental ao longo de várias semanas. As psicoterapeutas Cláudia Borges e Alessandra Borges se despediram do público, mas já confirmaram que o quadro volta apenas na segunda quinzena de 2026, depois do Carnaval, com novidades e “cara nova”.

No programa de encerramento, Cláudia retomou o eixo central da temporada. Ela questionou o público sobre o impacto dos “ruídos” do dia a dia, como trânsito, poluição, inflação, pressões no trabalho e conflitos familiares. A psicoterapeuta provocou a audiência com perguntas diretas sobre a importância do equilíbrio emocional nos relacionamentos e nas empresas.

Alessandra destacou que trabalhar saúde mental virou também parte essencial da prática clínica. A profissional lembrou pesquisas em neurociência e dados da OMS, segundo os quais cerca de metade das pessoas já percebe que pode dar novo significado à própria saúde, e não apenas ao adoecimento. Segundo explicou, uma mente saudável favorece comunicação clara, assertiva e capaz de nomear o que se sente.

Ao longo do diálogo, as duas resgataram temas que marcaram a temporada, como saúde física, emocional, espiritual, financeira, gestão do tempo e prevenção. Elas reforçaram que muitos pacientes chegam sem saber verbalizar o que sentem. Por isso, a comunicação se tornou foco central do quadro, sempre com linguagem acessível e exemplos práticos.

Cláudia comentou que, nos atendimentos, observa como a expressão verbal revela o estado mental. Quando a pessoa consegue explicar o que o corpo sente, o caminho do tratamento fica mais claro. Já quem vive adoecido, sem conseguir nomear emoções, tende a se perder em sintomas e repetição de padrões. As duas lembraram que técnicas, ferramentas e manejo adequado só funcionam quando existe espaço para a fala.

As psicoterapeutas também chamaram atenção para a sobrecarga no trabalho. Elas citaram redução de quadros de funcionários, metas inalcançáveis e cultura do “sempre disponível”, inclusive no home office. Segundo dados apresentados no programa, o Brasil registrou 472 mil afastamentos por transtornos mentais em 2024, aumento de 67 por cento em relação ao ano anterior, com ansiedade, burnout e depressão em destaque.

O quadro apontou que o cérebro entra em exaustão quando não encontra tempo para descansar e criar. A dupla comparou a mente ao solo, que precisa de pausa antes de nova plantação. Elas defenderam rotinas com sono regulado, alimentação mais saudável, atividade física simples, como caminhada, além de momentos de contemplação e pausa real, longe da lógica de produzir sem parar.

Outro ponto forte do encerramento foi o recorte espiritual. Alessandra e Cláudia falaram da fé como componente fundamental da saúde integral, envolvendo corpo, alma e espírito. Em vários momentos citaram passagens bíblicas e reforçaram que pessoas com espiritualidade ativa costumam apresentar maior estabilidade emocional, física e relacional. Para elas, buscar esse eixo não significa falar de religião, mas de conexão com o Criador.

As psicoterapeutas defenderam ainda que estabelecer limites saudáveis ajuda a reduzir adoecimento. Dizer “não” em situações necessárias, deixar de assumir demandas dos outros e separar o que é responsabilidade própria foram orientações recorrentes. Elas também incentivaram práticas diárias como leitura leve, hidratação adequada e atenção à respiração, que oxigena o cérebro e melhora a disposição.

Durante a despedida, Cláudia e Alessandra agradeceram a audiência, relataram o quanto cresceram junto com o público e reforçaram o convite para que as pessoas continuem buscando ajuda profissional. Elas afirmaram que muitos espectadores se reconheceram nos temas abordados e enviaram retornos positivos ao longo da temporada, o que reforçou a importância do quadro Mulheres Abrigo na programação.

Por fim, as duas confirmaram a pausa e anunciaram o retorno apenas na segunda quinzena de 2026, após o Carnaval. Prometeram voltar com bloco renovado, conteúdos atualizados e novas abordagens sobre saúde mental, comunicação, prevenção e qualidade de vida. A mensagem final foi de esperança: quem cuida do cérebro, das emoções e da espiritualidade fortalece todas as outras áreas da vida.

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