
Gente, não está fácil transitar na nossa princesinha do Oeste. Em certos momentos, parece até que estamos na Índia ou na China, faltando apenas os elefantes no meio da rua. Nunca se viu tantos acidentes acontecendo ao mesmo tempo, e o que mais preocupa é o número crescente de atropelamentos.
Um dos maiores problemas que observo é o comportamento de muitos motociclistas. Muitos não respeitam mais o sinal vermelho, apenas dão uma leve reduzida e atravessam mesmo com o trânsito fechado. Nesta semana, cheguei a pensar em ir até a Câmara Municipal pedir alguma ação mais firme sobre o trânsito. Inclusive, imaginei uma ideia que não sei se seria viável: que cada cidadão pudesse ter à mão um apito e o celular, para chamar atenção com um “apitaço”, registrar a infração e encaminhar ao órgão competente. Talvez, assim, alguns condutores passassem a ter mais cuidado, já que a população também poderia ajudar na fiscalização.
Outro dia, presenciamos na esquina da Avenida Primeiro de Junho com a Rua Itapecerica uma caminhonete que, mesmo com o sinal fechado, quase atropelou um casal de idosos. Só não aconteceu o pior porque minha esposa gritou alto, chamando a atenção do motorista.
Situações como essa não faltam. A Avenida Paraná dificilmente passa um dia sem batidas. A esquina da Rua Goiás com Rua Pará é outro ponto crítico, onde basta alguns minutos para ver absurdos acontecendo, bem ao lado da delegacia. Quando estou fazendo minha caminhada, redobro a atenção ao atravessar as ruas e, se preciso, não hesito em gritar. Confesso que às vezes até uns xingamentos escapam, e fica “lindo” de se ver.
Também não entendo como ainda não existem campanhas mais fortes para conscientizar esses motociclistas imprudentes. Blitz até existem, mas muitos deles são unidos e se avisam rapidamente, fazendo com que poucos acabem parados pela fiscalização. Para piorar, agora até embaixo dos viadutos as batidas estão acontecendo.
Quem sabe algum vereador se mobiliza e ajuda a transformar essa ideia em um projeto, criando uma lei que incentive a participação da população na fiscalização. Fica aqui o apelo: atenção, vereadores, estamos na torcida por mudanças.
Amnysinho Rachid
WhatsApp: (37) 99963-2807
O post O trânsito louco da terra do Divino apareceu primeiro em Portal G37 – Notícias de Divinópolis e Região Centro-Oeste de Minas Gerais.