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PF mira assessora que agia sob ordens diretas de Arthur Lira na Câmara dos Deputados, aponta STF

O Supremo Tribunal Federal – STF apontou que a assessora Mariângela Fialek direcionou emendas sob ordens diretas de Arthur Lira, segundo decisão de Flávio Dino. O ministro autorizou buscas na Câmara para aprofundar a apuração – Analistas políticos e jornalistas de grande redes de comunicação avaliam que novas descobertas ocorrerão envolvendo outros políticos do Congresso, isso por que as emendas secretas foram usadas a torto e a direita pelos parlamentares, sem qualquer critério. 

A investigação revelou depoimentos que descrevem Tuca como responsável por operacionalizar emendas em nome de Lira. As declarações partiram de deputados de diferentes partidos, o que ampliou o peso das suspeitas.

A decisão registrou que Tuca manteve influência mesmo após a troca na Presidência da Câmara. Essa permanência reforçou a tese de uma estrutura organizada que controlava emendas sem transparência.

O ministro afirmou que as circunstâncias criaram fortes indícios de atuação sob comando da antiga Presidência da Câmara, ocupada por Arthur Lira. O parlamentar não comentou a operação até o momento.

Tuca atua na liderança do PP e também não apresentou defesa. A medida de busca no local de trabalho foi considerada necessária para garantir acesso a provas ligadas à rotina funcional da assessora.

A PGR endossou o pedido da PF. Paulo Gonet avaliou que o material reunido possui elementos significativos que sugerem atuação ilícita. Os depoimentos reforçaram a suspeita de controle de indicações desviadas. A investigação envolve peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção. Os fatos se conectam a emendas ligadas ao orçamento secreto, que movimentaram valores bilionários na Câmara.

O inquérito sobre o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas foi aberto em 2024 por ordem de Dino. O ministro suspendeu os repasses após novas denúncias apresentadas pelo PSOL.

A legenda relatou que líderes partidários enviaram ofício ao governo federal indicando 5.449 emendas sem aprovação formal das comissões. A lista mudou destinações sem aval dos colegiados. O caso envolve também questionamentos sobre falta de transparência. A Casa Civil autorizou o procedimento que modificou o destino das emendas, o que gerou reação do Supremo.

Flávio Dino afastou Tuca de qualquer atividade relacionada a emendas até o fim da apuração. A PF segue na coleta de documentos e depoimentos para identificar o alcance do esquema.

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