
Uma mulher de 29 anos foi encontrada morta dentro de um sofá abandonado em um matagal no bairro São Geraldo, em Nova Serrana, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026. A vítima foi identificada pela Polícia Militar de Minas Gerais como Regiane Silva de Souza.
O corpo foi localizado após moradores acionarem a polícia ao perceberem um sofá velho parcialmente encoberto pela vegetação em um terreno baldio próximo à Rua Antônio Dalzira. Segundo relatos, um dos pés da vítima estava visível para fora do móvel, o que levantou suspeitas e levou ao chamado das autoridades.
Ao chegarem ao local, os militares isolaram a área para preservar possíveis vestígios. A perícia da Polícia Civil de Minas Gerais realizou os primeiros levantamentos ainda no matagal.
De acordo com informações repassadas no local, foram constatados múltiplos ferimentos no corpo da vítima. No entanto, a causa exata da morte não pôde ser determinada de imediato. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames complementares, que devem esclarecer as circunstâncias do óbito.
O terreno onde o corpo foi encontrado é descrito por moradores como uma área frequentemente utilizada para consumo e possível comércio de drogas. A região apresenta vegetação alta e iluminação precária, características que dificultam a visibilidade e favorecem a movimentação de pessoas sem grande exposição.
Familiares acompanharam parte dos trabalhos policiais e informaram que Regiane enfrentava dificuldades pessoais nos últimos anos. Segundo relatos, após a morte de uma irmã, ela teria desenvolvido quadro de depressão e passado a fazer uso de drogas, vivendo em situação de vulnerabilidade social.
As informações sobre o histórico da vítima estão sendo consideradas pela investigação, mas até o momento não há confirmação oficial sobre a motivação ou a dinâmica do ocorrido.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso. Entre as hipóteses analisadas estão homicídio, possível envolvimento com atividades ilícitas na área e outras circunstâncias que ainda dependem do resultado da perícia.
Investigadores devem ouvir testemunhas, analisar possíveis imagens de câmeras de segurança nas proximidades e aguardar os laudos técnicos para avançar na apuração.
O caso causou apreensão entre moradores do bairro São Geraldo, que relataram preocupação com a utilização do terreno como ponto de encontro para consumo de entorpecentes.
Até o momento, não há informações sobre suspeitos ou prisões relacionadas ao caso.
A Polícia Civil informou que novas atualizações poderão ser divulgadas conforme o andamento das investigações.
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