A corrida pelo Governo de Minas em 2026 já puxou os bastidores para o centro do palco. E, por isso, nomes de composição viraram obsessão política. Nesse tabuleiro, o presidente da Assembleia – ALMG, Tadeu Leite, aparece como um dos mais lembrados para encaixe em chapas – Segundo uma fonte do Divinews, com proximidade direta com Cleitinho Azevedo, Tadeuzinho lidera a lista de preferidos para compor com o senador. As informações ficam no terreno dos bastidores, sem confirmação oficial, porém ganha peso a cada dia, pela recorrência do tema em Minas.
O “sim” que vale ouro
A mesma fonte descreve um obstáculo central. Tadeuzinho teria preferência por uma cadeira de conselheiro no Tribunal de Contas. O TCE-MG tem 7 conselheiros, e a ALMG pode indicar quatro nomes. Já o Governador Zema indica três, com aprovação da própria Assembleia. Além disso, a regra exige vagas específicas na cota do Executivo. Assim, entram indicações que passam por carreira técnica e pelo Ministério Público de Contas. Por isso, a cadeira no TCE não vira apenas “cargo”. Ela vira proteção institucional, influência e poder de veto indireto sobre gestões e contratos.
Cleitinho insiste e trata Tadeuzinho como prioridade
A fonte diz que Cleitinho ainda não soltou mão do plano principal. Ao mesmo tempo, admite que “muita água vai rolar” até a definição final. No plano público, o senador mantém a porta entreaberta. Ele diz que só decide em março, após medir cenário e custo político. Mesmo assim, o bastidor empurra outro recado. A fonte afirma que, hoje, não existe nada que faça Cleitinho desistir da disputa. Esse roteiro lembra sua eleição ao Senado. Na época, Cleitinho enfrentou pressão, segurou a candidatura e chegou ao mandato, segundo registros públicos sobre a trajetória política.
O plano B cresce e o municipalismo entra na mesa
Ainda conforme a fonte, Cleitinho vê com bons olhos outros nomes. Entre eles, aparece Luís Eduardo Falcão, prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municipios – Falcão assumiu a AMM para o triênio 2025–2028. Assim, ganhou capilaridade em centenas de prefeituras e ampliou presença estadual. Portanto, o plano B não surge por acaso. Ele conversa com o sentimento municipalista e com a necessidade de palanque fora da Região Metropolitana.
Tadeuzinho no centro do fogo
Tadeuzinho ocupa a presidência da Assembleia e cumpre novo biênio no comando da Casa. Por isso, concentra holofotes e pressões cruzadas. Quando o nome entra em composição de chapa, ele vira alvo de cobranças públicas e privadas. Ao mesmo tempo, ele vira objeto de disputa silenciosa. Além disso, a hipótese do TCE-MG mexe com o coração do poder em Minas. Afinal, a escolha passa por articulação e por votos dentro do próprio sistema político.
O que já dá para cravar e o que segue no escuro
Até sexta-feira (23), Cleitinho que já anunciou sua intenção de pré-candidatura ao governo. Contudo existem resistências e fazem movimentos para que ele desista. Fato é que, qualquer chapa segue como cenário, não como fato fechado. Ao mesmo tempo, o bastidor já trabalha com preferências e com recados duros. Assim, o jogo real começa antes do calendário oficial. Se Tadeuzinho escolher a política eleitoral, ele que já está na vitrine, será mais cobiçado ainda. Porém, se escolher o TCE, ele troca as urnas por bastidores, com efeitos de longo prazo.
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